Iniciativas

Iniciativas

Mobilização pelo Direito à Educação e Leitura

Foto: Lívia Neves

Nos anos 80 o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) iniciou diversas pesquisas e metodologias de formação de leitores. No início da década de 90 as pesquisas e metodologias foram ampliadas para a implantação e organização de bibliotecas, espaços de leitura e formação de profissionais para a gestão desses ambientes. A nova metodologia foi responsável por desenvolver um sistema de classificação por cores, que dá mais autonomia ao leitor e estimula a leitura.

O CCLF é uma das instituições que colaboram com a Rede de Bibliotecas da Região Metropolitana do Recife, que é composta por 08 bibliotecas comunitárias de Recife, Olinda e Jaboatão.

O CCLF também faz parte do Fórum Pernambucano em Defesa do Livro, da Leitura e das Bibliotecas. Também é integrante do Conselho Municipal de Cultura de Olinda, representando a sociedade civil na cadeia da Literatura.

Em 2009 o CCLF assume a consultoria do Programa Prazer em Ler, do Instituto C&A de Desenvolvimento Social. O programa visa à formação de profissionais como mediadores de leitura e gestores de bibliotecas. Participação em diferentes eventos (locais, nacionais e internacionais) como palestrante e facilitador de oficinas sobre a importância do direito à educação, cultura, leitura e literatura; papel dos profissionais e temas relacionados. Orientação a estágios curriculares na área de Biblioteconomia.

Mobilização e Incidência pelo Direito à Comunicação


O Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) é uma das referências regionais na luta e na mobilização pelo direito à comunicação. Casa da TV Viva (primeira tevê “de rua” da América Latina, com mais de 30 anos dedicados à produção audiovisual popular), atualmente as principais atividades do CCLF estão focadas na articulação da sociedade civil e na incidência junto ao poder público para que haja mais diversidade, mais transparência e mais eficácia nas políticas públicas de comunicação.

Pra fortalecer essa caminhada em busca de uma mídia mais democrática, o CCLF fez parte da fundação do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), que há mais de dez anos reúne pessoas e entidades da sociedade civil que discutem o tema no estado. Nacionalmente, o Centro integra Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, que reúne organizações de todo o Brasil desde a década de noventa e constitui-se o principal espaço de discussão sobre este direito no campo da sociedade civil.

Além de divulgar análises críticas de mídia através do site OmbudsPE e realizar oficinas sobre diferentes aspectos do direito à comunicação, o CCLF tem cada vez mais utilizado a Lei do Acesso à Informação no intuito de tornar mais transparentes dados sobre os gastos governamentais com comunicação, via de regra voltados para a divulgação publicitária de atos dos governos.

Atualmente, o CCLF, junto com a outras organizações da sociedade civil e universidades, integra o Comitê de Comunicação e Direitos Humanos do Ministério Público de Pernambuco, que  procura estimular denúncias da população sobre possíveis violações de direitos humanos ou do código de ética dos jornalistas nos meios de comunicação. Também integra a Campanha  “Para Expressar a Liberdade”, encabeçada pelo próprio Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), busca a regulamentação dos artigos constitucionais que dizem respeito à radiodifusão com a promoção de um projeto de Lei de Iniciativa Popular que dará origem à Lei da Mídia Democrática.

 

Educação Escolar de Meninas Quilombolas de Mirandiba

Esta é uma ação em parceria com a Comissão Municipal de Articulação das Comunidades Quilombolas de Mirandiba, o Fundo Malala/Rede Gulmakai – instituição recém-parceira do Centro de Cultura Luiz Freire – na atuação em defesa do direito a uma educação escolar de qualidade, contextualizada, específica, diferenciada e intercultural das comunidades quilombolas.

O lócus do projeto é Mirandiba, cidade do sertão central de Pernambuco em que se encontram 15 quilombos em estágios diferenciados no processo de reconhecimento à titulação de suas terras.

Esta parceria fortalece o Centro de Cultura Luiz Freire em suas ações de advocacy pelo direito à educação escolar de qualidade na perspectiva das comunidades quilombolas, possibilitando identificar as barreiras de acesso à educação escolar enfrentadas pela população quilombola, sobretudo as adolescentes e jovens meninas, e pôr em prática estratégias de superação.

O projeto está estruturado em três frentes de ação: mobilização comunitária, que inicialmente envolve a realização de um diagnóstico participativo para levantamento de dados quantitativos, a escuta das meninas sobre os percalços em sua trajetória de vida escolar, e o diálogo com os mais velhos das comunidades; processos formativos, que visam fortalecer o direito à educação escolar quilombola na pauta de reivindicações das lideranças, e a formação de novas lideranças jovens meninas; e ações diretas de advocacy, que se traduzem em diálogos e parcerias com o poder público local, estadual, o Ministério Público e a Defensoria Pública da União.

Uma das ações principais do projeto é a elaboração e institucionalização das Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola de Mirandiba como lei municipal, cuja tarefa está em fase inicial com a constituição de um Grupo de Trabalho composto por lideranças quilombolas, técnicas da Secretaria Municipal de Educação e membros do Conselho Municipal de Educação e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável.

Esta atividade envolve ação direta de advocacy com a construção de diálogo com o poder público local, do executivo e legislativo, e a construção de parceria com o Ministério Público, especialmente o seu GT Racismo, e o Defensor Público Regional de Direitos Humanos, da DPU – Defensoria Púbica da União.

Estas frentes são desenvolvidas estrategicamente com ações estruturantes de comunicação, que vem produzindo conteúdos audiovisuais sobre a realidade dos quilombos. Os depoimentos e as reflexões da população quilombola em seus territórios vêm revelando as dificuldades, ora transversais, ora estruturais, que violam seu direito de acesso à educação escolar. A falta de água potável, de atendimento à Atenção Básica à Saúde, a precariedade das estradas, o fechamento das escolas nos territórios, a falta ou precariedade de transporte escolar, de alimentação, de materiais pedagógicos contextualizados, de um currículo escolar que valorize as histórias, a cultura e as tecnologias sociais como conteúdos de aprendizagem, são apenas alguns dados dessa realidade – que se repete em tantos outros quilombos do estado e do país.

É este contexto que tem justificado uma intervenção conjunta do Centro de Cultura Luiz Freire com o Fundo Malala e os órgãos que devem assegurar as iniciativas de formulação de leis e zelar pelo seu cumprimento para fortalecer que a luta das comunidades pelo seu direito à educação escolar.

Projeto Ciranda

Parceria entre o Centro de Cultura Luiz Freire, a ActionAid – instituição-âncora do projeto –, a Etapas – Equipe Técnica de Assessoria, Pesquisa e ação Social,  a Shine &Light /FavelaNews/Usina da Imaginação e o Mirim Brasil, o Projeto Ciranda surgiu com o objetivo de mobilizar grupos comunitários de territórios desassistidos de políticas públicas essenciais para realizarem ações em defesa do direito à cidade e, dentro deste, os direitos da Primeira Infância como prioridade.

As ações se desdobraram em processos formativos e em incidência política em âmbito municipal, especialmente Recife, das quais participaram lideranças comunitárias e jovens já atuantes ou iniciando suas intervenções por melhorias em suas comunidades.

O Centro de Cultura Luiz Freire realizou atividades formativas sobre Direitos Humanos, especialmente sobre o Direito à Leitura, como também desenvolveu nas comunidades envolvidas no projeto uma campanha para mobilizar as comunidades e a opinião pública mais ampliada sobre o direito à cidade para as crianças pequenas, além de formação inicial sobre Orçamento Público, dirigida a lideranças e jovens.

Os resultados são conferidos nos depoimentos de lideranças sobre a importância de organização de espaços de leitura em suas comunidades (bibliotecas comunitárias) e dos jovens quanto a sua maior apropriação sobre os processos de produção e veiculação de conteúdos de comunicação e a relevância de aprofundarem seus conhecimentos sobre o orçamento público como questão fundamental para sua incidência nas políticas públicas.

Ainda como parte do projeto, e ao mesmo tempo seu desdobramento, são desenvolvidas nos territórios de atuação do projeto iniciativas comunitárias chamadas Pontos do Criar, que são espaços de formação e convivência de mães, pais e responsáveis com suas crianças pequenas, compreendendo os Direitos da Primeira Infância como matéria de políticas públicas e como garanti-los na prática nos contextos familiares e comunitários.

Mobilização pelo Direito à Educação e Leitura
Nos anos 80 o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) iniciou diversas pesquisas e metodologias de formação de leitores. No início da década de 90 as pesquisas e metodologias foram ampliadas para a implanetação e organização de bibliotecas, espaços de leitura e formação de profissionais para a gestão desses ambientes. A nova metodologia foi responsável por desenvolver um sistema de classificação por cores, que dá mais autonomia ao leitor e estimula a leitura.

O CCLF é uma das instituições que colaboram com a Rede de Bibliotecas da Região Metropolitana do Recife, que é composta por 08 bibliotecas comunitárias de Recife, Olinda e Jaboatão.

O CCLF também faz parte do Fórum Pernambucano em Defesa do Livro, da Leitura e das Bibliotecas. Também é integrante do Conselho Municipal de Cultura de Olinda, representando a sociedade civil na cadeia da Literatura.

Em 2009 o CCLF assume a consultoria do Programa Prazer em Ler, do Instituto C&A de Desenvolvimento Social. O programa visa à formação de profissionais como mediadores de leitura e gestores de bibliotecas. Participação em diferentes eventos (locais, nacionais e internacionais) como palestrante e facilitador de oficinas sobre a importância do direito à educação, cultura, leitura e literatura; papel dos profissionais e temas relacionados. Orientação a estágios curriculares na área de Biblioteconomia.

Mobilização e Incidência pelo Direito à Comunicação
O Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF) é uma das referências regionais na luta e na mobilização pelo direito à comunicação. Casa da TV Viva (primeira tevê “de rua” da América Latina, com mais de 30 anos dedicados à produção audiovisual popular), atualmente as principais atividades do CCLF estão focadas na articulação da sociedade civil e na incidência junto ao poder público para que haja mais diversidade, mais transparência e mais eficácia nas políticas públicas de comunicação.

Pra fortalecer essa caminhada em busca de uma mídia mais democrática, o CCLF fez parte da fundação do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), que há mais de dez anos reúne pessoas e entidades da sociedade civil que discutem o tema no estado. Nacionalmente, o Centro integra Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, que reúne organizações de todo o Brasil desde a década de noventa e constitui-se o principal espaço de discussão sobre este direito no campo da sociedade civil.

Além de divulgar análises críticas de mídia através do site OmbudsPE e realizar oficinas sobre diferentes aspectos do direito à comunicação, o CCLF tem cada vez mais utilizado a Lei do Acesso à Informação no intuito de tornar mais transparentes dados sobre os gastos governamentais com comunicação, via de regra voltados para a divulgação publicitária de atos dos governos.

Atualmente, o CCLF integra duas campanhas importantes: a “Palavras têm Poder”, em parceria com o Ministério Público de Pernambuco, Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, Unicap, Centro Popular de Direitos Humanos e Dialógica, procura estimular denúncias da população sobre possíveis violações de direitos humanos ou do código de ética dos jornalistas nos meios de comunicação. A “Para Expressar a Liberdade”, encabeçada pelo próprio Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), busca a regulamentação dos artigos constitucionais que dizem respeito à radiodifusão com a promoção de um projeto de Lei de Iniciativa Popular que dará origem à Lei da Mídia Democrática.

A maior parte das ações do CCLF no setor tem o apoio da Fundação Ford através do projeto Formação, Mobilização e Incidência da Sociedade Civil para o Exercício do Direito à Comunicação.

Para ter mais informações sobre a TV Viva, contacte Eduardo Homem. Sobre outras questões, procure Ivan Moraes Filho ou Renato Feitosa, além de visitar o próprio OmbudsPE.

Educação Escolar de Meninas Quilombolas de Mirandiba

 

 

Esta é uma ação em parceria com a Comissão Municipal de Articulação das Comunidades Quilombolas de Mirandiba, o Fundo Malala/Rede Gulmakai – instituição recém-parceira do Centro de Cultura Luiz Freire – na atuação em defesa do direito a uma educação escolar de qualidade, contextualizada, específica, diferenciada e intercultural das comunidades quilombolas.

O lócus do projeto é Mirandiba, cidade do sertão central de Pernambuco em que se encontram 15 quilombos em estágios diferenciados no processo de reconhecimento à titulação de suas terras.

Esta parceria fortalece o Centro de Cultura Luiz Freire em suas ações de advocacy pelo direito à educação escolar de qualidade na perspectiva das comunidades quilombolas, possibilitando identificar as barreiras de acesso à educação escolar enfrentadas pela população quilombola, sobretudo as adolescentes e jovens meninas, e pôr em prática estratégias de superação.

O projeto está estruturado em três frentes de ação: mobilização comunitária, que inicialmente envolve a realização de um diagnóstico participativo para levantamento de dados quantitativos, a escuta das meninas sobre os percalços em sua trajetória de vida escolar, e o diálogo com os mais velhos das comunidades; processos formativos, que visam fortalecer o direito à educação escolar quilombola na pauta de reivindicações das lideranças, e a formação de novas lideranças jovens meninas; e ações diretas de advocacy, que se traduzem em diálogos e parcerias com o poder público local, estadual, o Ministério Público e a Defensoria Pública da União.

Uma das ações principais do projeto é a elaboração e institucionalização das Diretrizes Curriculares da Educação Escolar Quilombola de Mirandiba como lei municipal, cuja tarefa está em fase inicial com a constituição de um Grupo de Trabalho composto por lideranças quilombolas, técnicas da Secretaria Municipal de Educação e membros do Conselho Municipal de Educação e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável.

Esta atividade envolve ação direta de advocacy com a construção de diálogo com o poder público local, do executivo e legislativo, e a construção de parceria com o Ministério Público, especialmente o seu GT Racismo, e o Defensor Público Regional de Direitos Humanos, da DPU – Defensoria Púbica da União.

Estas frentes são desenvolvidas estrategicamente com ações estruturantes de comunicação, que vem produzindo conteúdos audiovisuais sobre a realidade dos quilombos. Os depoimentos e as reflexões da população quilombola em seus territórios vêm revelando as dificuldades, ora transversais, ora estruturais, que violam seu direito de acesso à educação escolar. A falta de água potável, de atendimento à Atenção Básica à Saúde, a precariedade das estradas, o fechamento das escolas nos territórios, a falta ou precariedade de transporte escolar, de alimentação, de materiais pedagógicos contextualizados, de um currículo escolar que valorize as histórias, a cultura e as tecnologias sociais como conteúdos de aprendizagem, são apenas alguns dados dessa realidade – que se repete em tantos outros quilombos do estado e do país.

É este contexto que tem justificado uma intervenção conjunta do Centro de Cultura Luiz Freire com o Fundo Malala e os órgãos que devem assegurar as iniciativas de formulação de leis e zelar pelo seu cumprimento para fortalecer que a luta das comunidades pelo seu direito à educação escolar.

MAIS PROJETOS

Gestão territorial e ambiental nas Terras Kapinawá

O projeto tem por objetivo apoiar a comunidade da Terra Indígena Kapinawá, localizada no bioma da Caatinga, na realização de diagnósticos participativos focados no mapeamento territorial voltados para a elaboração de Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA).
Cerca de 200 pessoas, lideranças, jovens, professores e professoras, agentes de saúde e pessoas mais velhas de todas as mais de 25 aldeias Kapinawá são atendidas diretamente e mais de 5 mil, indiretamente, pelas ações do projeto.

Saber e Luta

O projeto SABER e LUTA nasce do desejo de potencializar e contribuir para a formação e atuação política de jovens organizadas e organizados em coletivos, grupos, movimentos de reivindicação e afirmação de direitos. O projeto realiza ciclo de oficinas que juntam a reflexão e o debate teórico com práticas de luta política. Como oficinas com foco no direito à educação e leitura, direito à comunicação, à cultura, à cidade e o direito à livre manifestação

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